A pelve renal é uma região em formato de funil, e tem a função de coletar a urina e levá-la em direção aos ureteres e à bexiga.
A dilatação pielocalicial, que quando discreta é também conhecida como ectasia da pelve e cálices renais, pode ser consequência de algum bloqueio ao fluxo de urina para a bexiga. Essa complicação pode ser o primeiro sinal de algum problema no aparelho urinário.
Geralmente dilatações pequenas tendem a desaparecer após o nascimento do bebê. Casos mais graves (devido ao aumento da pressão nas vias urinárias por bloqueio na passagem da urina), podem ser provocados por deformidades nas estruturas das vias urinárias.
É mais comum nas crianças, porém, pode surgir também em adultos por situações como cálculos, cistos, tumores ou infecção grave dos rins.
Quais são as causas da dilatação pielocalicial?
O bloqueio ao fluxo urinário causa uma estase de urina, propiciando infecções urinárias de repetição, que por sua vez podem levar à ocorrência de lesões renais.
Quais são os sintomas?
O bloqueio ao fluxo urinário causa uma estase de urina, propiciando infecções urinárias de repetição, que por sua vez podem levar à ocorrência de lesões renais.
A dilatação pielocalicial pode ser detectada no bebê ainda no útero, nos exames de ultrassom de rotina e normalmente é confirmada após o nascimento.
Como é feito o tratamento da dilatação pielocalicial?
A conduta após o nascimento dependerá do tamanho da dilatação, variando desde o acompanhamento com exames seriados de ultrassom, uso de antibiótico profilático ou até intervenções cirúrgicas, quando indicado pelo urologista.
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Dra. Maria Montserrat
CRM/DF 3781
Medicina Interna e Pediatria